Parceria melhora a vida de Aracaju
O Governo de Sergipe faz campanha em homenagem ao aniversário de Aracaju mostrando que, pela primeira vez em 25 anos, o Estado consegue ter o governador e o prefeito atuando juntos para melhorar a cidade e a qualidade de vida da população. Criada pela Link, a campanha mostra que as ações em parceria beneficiam todos os segmentos da população e promovem melhorias que vão deixar a cidade cada vez mais preparada para o futuro.
Postado por Diogo Peres | Nenhum comentário | Clique para comentar
Pernambucanos atestam avanços do Estado
Já está no ar a nova rodada de comerciais do PSB de Pernambuco. Os filmes que foram ao ar na noite de terça-feira, 10 de março, trazem depoimentos de populares de todas as regiões reconhecendo o trabalho do governo e o bom momento que vive Pernambuco. Proximidade, compromisso, presença no interior, dedicação ao trabalho e modernidade são algumas dos pontos ressaltados pelos pernambucanos. Semana passada, os filmes do partido mostraram as principais ações do governo do PSB em todas as regiões de Pernambuco, finalizando com uma fala do governador Eduardo Campos que agradecia a confiança no trabalho e reafirmava o compromisso do Partido Socialista com o estado.O filmes ainda serão veiculados nos dias 12, 13 15 e 19 de março.
Postado por João Lucas Leal | Nenhum comentário | Clique para comentar
Turismo à vista, sempre
A boa campanha publicitária dando conta da preferência dos turistas pela Bahia estimulou que eu trouxesse a história a seguir, com o objetivo de reparar uma omissão persistente e alimentar a reflexão sobre essa atividade, tão importante para o desenvolvimento do nosso Estado. Entre março de 1987 e maio de 1989, lá se vão 23 anos, o turismo da Bahia foi comandado por Sílvio Simões, que hoje preside o jornal A Tarde. Fui seu diretor de Marketing e Promoções na Bahiatursa, ao lado de Sérgio Borges, diretor de Planejamento, Oswaldo Gomes, diretor Técnico, e Teresa Chagas, nossa diretora de Operações. Luís Bacelar, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo. Era o Governo Waldir Pires.
Substituíamos a quase 10 anos de ACM/ Paulo Gaudenzi e sua equipe; o mesmo grupo que em 1991 voltou à direção do turismo baiano e permaneceu até 2007, quando Domingos Leonelli se tornou Secretário do Turismo, no atual Governo. Saravá.Demos a nossa contribuição. Sérgio Borges coordenou e deixou pronto o Plano Diretor Turístico da Bahia, além de fazer com grande sucesso, ao lado de dona Yolanda Pires, a Feira do Interior - um encontro de cidadania, festival cultural e integração democrática de todo o Estado, em Salvador. Não sei porque acabou?! E por quê não volta?!
Teresa Chagas nos deu uma grande aula de educação e gentileza, aproximando profissionalmente o empresariado do setor da “turma da esquerda”, que éramos nós. Organizou e agitou o Turismo da Melhor Idade. O jornalista Oswaldo Gomes, nosso diplomata, fazia das tripas coração, quase literalmente, para orientar os relacionamentos da empresa diante da Torre de Babel que era aquele momento político da Bahia. Fim da ditadura, ressentimentos brutais, feridas abertas. As pessoas mal se conheciam no novo governo. E nós precisávamos produzir.
Sílvio comandou a estruturação do trabalho. Organizou e deu transparência à administração. Estabelecemos uma direção coletiva. Mesmo olhando a linha do tempo é muito difícil se ter idéia do que significou substituir o método vertical e impositivo - pro bem e pro mal - que havia, por um novo modelo de gestão. Encontramos o apoio de um belo quadro técnico. Na Diretoria de Marketing respeitamos e mantivemos a liderança operacional de Luis Carlos Zart, Tânia Marizete, Simona Gropper, Tamir Drummond, Antonio Miranda e tantos outros. Apresentamos o Plano de Marketing Turístico. Organizamos e participamos de 21 eventos internacionais em 20 meses, alguns ao lado da Embratur, outros de responsabilidade exclusiva.
Sílvio deu um chega prá lá na reserva de mercado e da informação privilegiada de alguns e trouxe para a Bahia o El Mercado, o encontro de compradores do destino América do Sul, o mais importante do mundo à época. Durante 15 dias, os maiores empresários da Europa, Ásia e das Américas - operadores, hoteleiros, transportadores, investidores e afins - conheceram o nosso paraíso, in loco. A Bahia, enquanto produto turístico, abriu-se profissionalmente para o mercado mundial.
Realizamos a Jornada Cultural Bahia em La Ricoleta, em Buenos Aires. Levamos 45 artistas; uma mostra de cinema baiano “De Glauber aos nossos dias”, organizada por Guido Araújo; o balé folclórico de Emília Biancardi - acabou por quê? -; 7 shows em praça pública, com Margareth Menezes e Jerônimo, vistos por mais de 50 mil argentinos; exposição de artistas plásticos contemporâneos e muito produto turístico em work-shops durante 15 dias para operadores, agentes de viagem e hoteleiros que se deliciaram com acarajés e outros quitutes baianos fartamente servidos.
Teve o primeiro road-show do nosso turismo na Alemanha, levando os empresários locais para negociar diretamente com 250 agentes e operadores germânicos que fizeram e fazem história aqui, investindo principalmente no Litoral Norte. Como esses, são muitos os casos significativos.
Mas turismo é ação continuada. Educação, saúde, segurança, lazer, tecnologia, cultura em todas as suas formas, ecologia e participação da sociedade . Precisamos de receptivo qualificado, transporte, hotéis modernos, um calendário de eventos anual profissionalizado, que nos liberte do monocórdio carnaval.
Se para qualquer destino o turismo é fundamental, para a Bahia é obrigatoriamente fundamental. Não podemos nos contentar com os fluxos atuais - pesquisas imprecisas indicam a visita/ano de aproximadamente 400 mil turistas internacionais. Temos todas as condições, aproveitando a Copa do Mundo de 2014, de fazer do turismo a maior indústria da Bahia. Podemos montar um plano ousado, com metas arrojadas e fazer nos próximos quatro anos, com o menor investimento entre as atividades econômicas, uma verdadeira revolução, com conseqüências auspiciosas no trabalho, na educação, na vida da Bahia.
Postado por Edson Barbosa | 1 Comentário | Clique para comentar
Eleitores não querem doar pela Internet
Anunciada como uma grande novidade e um avanço - seguindo os passos da campanha de Barack Obama nos EUA -, as doações a candidatos políticos pela Internet nestas eleições não chegaram a entusiasmar muito os eleitores brasileiros. Pelo menos foi que se conclui dos resultados da enquete feita pelo Blink nas últimas semanas. 42% dos votos apontam que esta é uma medida negativa, pois não cabe aos eleitores financiarem campanhas políticas.
Como a enquete permitia a escolha de mais de uma opção, muitos internautas apontaram também que a doação é negativa porque não Brasil não há transparência (10%) ou porque não há segurança (8%) para este tipo de operação on line.
Entre os que consideram a doação pela Internet um avanço - ou seja, uma medida positiva - , 26% dos votos apontam que aumentará a transparência das campanhas eleitorais e 14% indicam que que a nova modalidade vai facilitar a arrecadação por parte dos candidatos. Mas 28% dos votos apontam que somente será positivo se houver uma garantia efetiva de segurança contra fraudes.
Veja abaixo o resultado da enquete:
Confira no site do TSE a íntegra da resolução que trata das doações a candidatos nesta eleição.
Postado por Malu Oliveira | Nenhum comentário | Clique para comentar
PSB leva à TV os resultados de seus governos
As inserções nacionais do PSB, que vão ao ar hoje à noite pela TV, mostram o projeto político do partido de forma regionalizada. Em cada estado que administra, o PSB destaca as principais realizações dos governos. Onde não tem governadores, o partido apresenta suas propostas e, eventualmente, destaca as ações das principais prefeituras ocupadas por seus quadros. A criação dos comerciais é da Link, com coordenação de Edson Barbosa.
A regionalização também avança para as diferentes áreas administrativas. Em Pernambuco, por exemplo, serão exibidos os destaques de setores como educação, segurança, saúde e infraestrutura na Região Metropolitana do Recife e Zona da Mata, no Sertão e no Agreste. Ou seja, em cada região a TV veicula comerciais de conteúdo diferente, mostrando o trabalho do governo naquela parte do Estado.
Os filmes contam com a participação do governador Eduardo Campos, que agradece a confiança da população e reforça o compromisso do partido com o trabalho e o desenvolvimento de Pernambuco e da sua gente.
Postado por João Lucas Leal | Nenhum comentário | Clique para comentar
O conservador de livros
São Paulo amanheceu nublado, céu cinzento. O Brasil acordou neste primeiro dia de março sem José Midlin, nosso “conservador de livros”, como ele se autointitulava. Mas Dr. Midlin foi muito mais que isso: político, empresário, intelectual, brasileiro entre os mais significativos da nossa história recente. Guardo dele uma lembrança forte: a sua renúncia quando secretário de estado em São Paulo, em protesto pela morte do jornalista Wladimir Herzog, nas dependências do DOPS. À memória de Midlin, a homenagem do Blink.
“Nunca me considerei o dono desta biblioteca. Eu e Guita [esposa de Mindlin] éramos os guardiães destes livros que são um bem público.“
Formado em Direito, Mindlin deixou a advocacia para fundar a empresa Metal Leve, de peças para automóveis. Em 1996, aposentou-se da atividade de empresário e passou a dedicar-se integralmente à paixão que tinha desde os13 anos: colecionar livros raros. Seu primeiro livro foi Discours sur l’Histoire universelle de Jacques-Bénigne Bossuet, de 1740.
Entre os aproximadamente 40 mil volumes que acumulou estavam obras de literatura brasileira e portuguesa, relatos de viajantes, manuscritos históricos e literários (originais e provas tipográficas), periódicos, livros científicos e didáticos, iconografia e livros de artistas (gravuras). Seu acervo foi considerado a mais importante biblioteca privada do gênero, no Brasil.
Membro da Academia Brasileira de Letras desde 2006, em junho do ano passado decidiu doar todas as obras brasileiras de sua vasta coleção à Universidade de São Paulo (USP), que criou a “Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin” para abrigá-las.
Agora esses livros começam a se transformar em páginas virtuais. São 25 mil títulos, livros feitos no Brasil e sobre o Brasil. Preciosidades desde o século XVI. Entre outras coisas, a primeira edição do livro de viagens de Hans Staden, a primeira dos 17 volumes dos Sermões do Padre Antonio Vieira, as primeiras edições dos livros de Machado de Assis, sendo muitos autografados.
Três mil documentos já podem ser acessados pelo link http://www.brasiliana.usp.br/)
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Making of do programa do PSB que reafirmou a candidatura de Ciro Gomes
Edson Barbosa, Ciro Gomes e Marcelo Brandão, depois da gravação do programa do PSB, no Rio de Janeiro. O programa foi veiculado em rede nacional quinta feira, dia 18. Ciro, Eduardo Campos e Carlos Siqueira, secretário-geral do PSB, aprovaram a peça, criada por Edson, da Link, e que teve Marcelo Brandão na direção de cena e edição.
Postado por Malu Oliveira | Nenhum comentário | Clique para comentar
Programa nacional mostra o PSB no governo
Candidato à presidência da República, Ciro Gomes apresentou ao Brasil, no programa que foi ao ar nesta quinta-feira, em rede nacional, o modelo de governo e desenvolvimento que o PSB oferece ao país. Os exemplos são as bem sucedidas administrações de Eduardo Campos, em Pernambuco, Cid Gomes, no Ceará, e Wilma Farias, no Rio Grande do Norte. A coordenação do programa é de Edson Barbosa, da Link.
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O desafio é escolher a melhor rede social
O rápido crescimento do Twitter, a explosão do Facebook, a massificação do Orkut no Brasil e agora o surgimento do Buzz, a rede social do Google. Ao contrário do que o senso comum vem divulgando, a questão que se apresenta hoje não é mais entrar ou não entrar nas redes sociais. Isso está dado e não se discute mais. O que a cada dia fica mais difícil é escolher uma rede social e, ainda mais, definir qual delas melhor serve à realização de nossos objetivos.
Será que vale a pena entrar em todas as redes? A rede que escolho individualmente serve para os negócios de minha empresa ou para a imagem da instituição que represento? Perguntas elementares, mas respostas ainda bastante complexas e que passam, necessariamente por uma análise detalhada dos públicos de cada rede social e do quê realmente as pessoas fazem em cada uma.
Um exemplo de erro que já se considera clássico foi analisado aqui recentemente - Redes sociais não são palanques -, mas há bem mais a se considerar. Como, por exemplo, o tipo de mídia complementar suportada por cada rede e qual delas é essencial para a comunicação que pretendemos.
Precisamos agregar fotos de fácil visualização? Melhor usar o Facebook, então, que permite a criação de um álbum de fácil acesso a todos os amigos. Queremos distribuir fases de efeito que busquem atrair para uma causa ou mesmo um site? O Twitter pode ser o melhor canal.
Embora tais definições passem necessariamente pela consultoria de um especialista em web 2.0 e redes sociais, o site Lifehacker ajuda a introduzir a discussão com um quadro bem didático sobre o que cada rede oferece de melhor e de pior: Which social network is right for you?
Postado por Malu Oliveira | Nenhum comentário | Clique para comentar
Twitter: uma avalance incontrolável
No exato minuto em que você está lendo este post, nada menos de 28 mil mensagens estão sendo postadas no Twitter. Estudo da Royal Pingdom, empresa inglesa especialista em web 2.0, mostra que no mês de janeiro o microblog recebeu 1,2 bilhão de posts, o equivalente a 40 mihões de posts/dia. Para quem dizia que o Twitter era um modismo que logo ia ser abandonado, o crescimento do Twitter é um espanto.
Em janeiro de 2010, o total de tweets registrados por dia - 39.5 milhões - foi maior do que o total postado em setembro de 2008. O crescimento médio mensal verificado em 2009 é sempre superior a 15%.
Se o aumento crescente dos posts desmente as previsões pessimistas feita no ano passado, ainda permanece o desafio de entender e saber usar adequadamente esta que hoje é uma das estrelas das mídias sociais. Em primeiro lugar, quem lê tanta informação? Como utilizá-la adequadamente para se comunicar com públicos os mais distintos?
A julgar pelas análises empíricas que até aqui têm sido feitas, pouca gente, algumas empresas e quase nenhum político, para ficar no nosso campo de atuação, sabem tirar proveito do Twitter. O amadorismo e o oportunismo ainda imperam num terreno em que o profissionalismo chega timidamente. E no improviso, sabe-se que informações e opiniões mal gerenciadas podem causar mais danos do que benefícios à imagem, seja ela pública, pessoal ou privada. O desafio de acertar está no seu próximo post de 140 caracteres…
Postado por Malu Oliveira | Nenhum comentário | Clique para comentar




