Cases

Novo governador. Novo Pernambuco.

PSB


Objetivo: Eleger o candidato Eduardo Campos governador de Pernambuco (PSB).


Pré-campanha

Os trabalhos foram iniciados em abril de 2005, quando o então ministro da Ciência e Tecnologia Eduardo Campos decidiu que seria candidato a governador de Pernambuco. O nível de conhecimento sobre o candidato era baixo e as intenções de votos não passavam de 6%.



Primeiro turno

A oficialização das candidaturas revelou um cenário muito difícil. Os principais adversários eram Mendonça Filho e Humberto Costa. O primeiro, governador desde abril de 2006, vinha de sete anos como vice-governador de uma gestão bem-avaliada. O segundo tinha total apoio do prefeito do Recife e do governo Lula.


O resultado da primeira pesquisa Ibope, realizada no dia 1º de agosto, registrava Eduardo Campos em terceiro lugar, com 14% das intenções de voto. Sem fazer uso de ataques, a campanha começou a mostrar aos eleitores que Eduardo Campos era uma nova opção para o Estado. Um candidato com total conhecimento das necessidades e soluções para os principais problemas da população. Apesar do tempo de inserção ser menor que o dos principais adversários, a diferença de qualidade foi marcante desde o primeiro programa.


A partir daí, o candidato só cresceu nas pesquisas. Enquanto acusações e agressões ocupavam boa parte dos programas dos adversários, o que se via nas peças de Eduardo Campos era uma campanha limpa, com estética moderna e rica em elementos culturais. Isso estabeleceu uma forte identificação com o povo.


Mas havia um problema: grandes cidades do Interior de Pernambuco não acompanham o programa eleitoral por causa da TV a cabo ou dificuldade de sinal. Para solucionar a situação, a agência utilizou uma estratégia de regionalização dos programas e inserções de rádio, que preservavam as principais características de cada microrregião do Estado, aproximando o candidato do eleitorado do Interior.


Segundo turno

O desafio era manter a curva crescente nas pesquisas. A aliança formada foi a maior já vista em Pernambuco. E a migração dos votos de Humberto Costa para Eduardo Campos foi quase absoluta. Os ataques agora estavam concentrados em Eduardo e mais uma vez a Link optou por manter a linha propositiva. Respostas a ataques só nos debates. O tom de emoção cresceu, o Estado inteiro foi tomado pelos elementos da campanha, especialmente as músicas.


Resultado

OPOSIÇÃO SE UNE, EMOÇÃO CRESCE E EDUARDO VENCE COM 65% DOS VOTOS.







Trabalhos

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