17 de fevereiro de 2010 | 18:47

O desafio é escolher a melhor rede social


O rápido crescimento do Twitter, a explosão do Facebook, a massificação do Orkut no Brasil e agora o surgimento do Buzz, a rede social do Google. Ao contrário do que o senso comum vem divulgando, a questão que se apresenta hoje não é mais entrar ou não entrar nas redes sociais. Isso está dado e não se discute mais. O que a cada dia fica mais difícil é escolher uma rede social e, ainda mais, definir qual delas melhor serve à realização de nossos objetivos.


Será que vale a pena entrar em todas as redes? A rede que escolho individualmente serve para os negócios de minha empresa ou para a imagem da instituição que represento? Perguntas elementares, mas respostas ainda bastante complexas e que passam, necessariamente por uma análise detalhada dos públicos de cada rede social e do quê realmente as pessoas fazem em cada uma.


Um exemplo de erro que já se considera clássico foi analisado aqui recentemente - Redes sociais não são palanques -, mas há bem mais a se considerar. Como, por exemplo, o tipo de mídia complementar suportada por cada rede e qual delas é essencial para a comunicação que pretendemos.


Precisamos agregar fotos de fácil visualização? Melhor usar o Facebook, então, que permite a criação de um álbum de fácil acesso a todos os amigos. Queremos distribuir fases de efeito que busquem atrair para uma causa ou mesmo um site? O Twitter pode ser o melhor canal.


Embora tais definições passem necessariamente pela consultoria de um especialista em web 2.0 e redes sociais, o site Lifehacker ajuda a introduzir a discussão com um quadro bem didático sobre o que cada rede oferece de melhor e de pior: Which social network is right for you?




Postado por Malu Oliveira

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